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Pesquisa Datafolha revela que 29 milhões de brasileiros já investiram em criptomoedas

A Segunda Pesquisa Nacional das Criptomoedas, realizada pela Datafolha e Paradigma, revela que 17,2% da população brasileira já investiu em…

A Segunda Pesquisa Nacional das Criptomoedas, realizada pela Datafolha e Paradigma, revela que 17,2% da população brasileira já investiu em criptomoedas, representando 29 milhões de pessoas.

Como comparação, esses números estavam em 16% (25 milhões de pessoas) na primeira edição, publicada há 15 meses.

Além disso, 17 milhões de pessoas passaram a conhecer cripto durante este período, representando um salto de 54% em 2025 para 66,4% em 2026.

Bitcoin é a criptomoeda mais conhecida por brasileiros, mas Tether fica na última posição

Segundo a pesquisa da Datafolha, dois a cada três brasileiros conhecem criptomoedas. A mais reconhecida é o Bitcoin, com 60,7%, seguido pelo Ethereum, com somente 11,1%.

Um dos destaques fica para a Tether (USDT), reconhecida por somente 2,7% da população brasileira.

“O Drex é 3,8x mais conhecido que a Tether — que representa o maior volume reportado no mercado nacional.”

Bitcoin é disparado a criptomoeda mais conhecida por brasileiros, Tether fica em último lugar. Fonte: Datafolha/Reprodução.

A informação é curiosa, afinal, dados do Mercado Cripto mostram que 58,5% do volume negociado no Brasil nas últimas 24 horas é de USDT.

Tether (USDT) é a criptomoeda mais negociada por brasileiros, mas não é tão conhecida pelo público geral. Fonte: Mercado Cripto.

Criptomoedas estão entre os 5 investimentos mais populares de brasileiros

A poupança continua sendo o investimento mais popular entre brasileiros, atingindo 57,1% da população. As criptomoedas aparecem na quinta colocação, logo abaixo dos fundos de investimentos.

“2,3x mais brasileiros já tiveram cripto do que ações na bolsa.”

17,2% dos brasileiros já investiram em criptomoedas, que aparecem como uma das formas de investimento mais populares do país. Fonte: Datafolha/Reprodução.

Quanto ao perfil do investidor de criptomoedas, a pesquisa revela que 31,9% deles ganham entre 1 a 2 salários mínimos, seguido por 31,6% que ganham até 1 salário mínimo, mostrando que cripto não é um fenômeno da elite.

Já a porcentagem de homens supera a de mulheres por mais do que o dobro. Indo além, o estudo revela que 83% dos investidores já utilizaram aplicativos de banco para lidar com criptomoedas, sendo a opção mais popular.

Investidores de criptomoedas se mostram interessados na política

Por fim, outro dado apresentado pela pesquisa é que 65,8% dos brasileiros querem um Congresso que proteja os seus direitos.

Estudo mostra forte interesse político entre investidores de criptomoedas. Fonte: Datafolha/Reprodução.

Analisando o viés político, 22,3% se disseram de extrema-direita, seguido por 21,6% de centro, 15,1% de centro-direita e 10,3% de extrema-esquerda, como pode ser visto no gráfico acima.

A pesquisa foi realizada entre 11 e 14 de maio de 2026, entrevistando 2.004 pessoas em 137 municípios. A margem de erro é de 2% e o nível de confiança é de 95%.

Fonte: Pesquisa Datafolha revela que 29 milhões de brasileiros já investiram em criptomoedas

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Perguntas frequentes

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A poupança continua sendo o investimento mais popular entre brasileiros, atingindo 57,1% da população. As criptomoedas aparecem na quinta colocação, logo abaixo dos fundos de investimentos. “2,3x mais brasileiros já tiveram cripto do que ações na bolsa.” 17,2% dos brasileiros já investiram…
O que a matéria explica sobre “Investidores de criptomoedas se mostram interessados na política”?
Por fim, outro dado apresentado pela pesquisa é que 65,8% dos brasileiros querem um Congresso que proteja os seus direitos. Estudo mostra forte interesse político entre investidores de criptomoedas. Fonte: Datafolha/Reprodução. Analisando o viés político, 22,3% se disseram de extrema-direita, seguido por…
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Igor Sales

Igor Sales

Igor Sales integra a equipe editorial do Estrato, vertical da rede Estrato, na função de Repórter de Cripto e Agro. O escopo permanente de cobertura inclui criptoativos e agronegócio, com atenção ao leitor brasileiro que busca contexto factual, datas oficiais e implicações práticas. Na produção diária, prioriza fontes primárias (órgãos públicos, balanços, papers e documentos oficiais), cruza pelo menos duas referências independentes quando o tema é contestado e evita manchetes que prometam certeza onde há incerteza. Critérios de qualidade: lead com o fato principal, atribuição clara de autoria da equipe Estrato, atualização com selo quando há mudança material e linguagem acessível sem simplificar demais o risco ou o contexto. Trabalha sob revisão da mesa editorial e do editor-chefe do portal. Matérias YMYL recebem segunda leitura antes da publicação e podem ser atualizadas quando surgem novos dados oficiais. Limites: este perfil descreve o papel editorial na marca Estrato. O conteúdo publicado é informativo e não constitui aconselhamento médico, financeiro, jurídico ou profissional personalizado. Transparência ao leitor: metodologia em /metodologia/, ética em /etica-editorial/, correções em /correcoes/, equipe em /equipe/ e canal em /contato/ ([email protected]). Na página-mãe da rede, a bio ampliada e o arquivo de matérias ficam em estrato.cc/blog/, com link para o arquivo do autor em cada portal.

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