CRIPTOMOEDAS · BITCOIN

EUA acusam seis pessoas por tentar extorquir HBO por US$ 6 milhões em Bitcoin

O Departamento de Justiça dos EUA está acusando 17 iranianos de realizar ataques contra sistemas de computadores de universidades e…

O Departamento de Justiça dos EUA está acusando 17 iranianos de realizar ataques contra sistemas de computadores de universidades e empresas privadas, tanto americanas quanto estrangeiras, bem como órgãos governamentais e ONGs.

Dentre os casos em destaque está uma tentativa de extorsão contra a HBO, famosa empresa do ramo de entretenimento, onde os acusados pediam US$ 6 milhões em Bitcoin para não divulgar dados da companhia.

Em maio, falando sobre outro caso separado, Scott Bessent, Secretário do Tesouro dos EUA, revelou que seu país já havia confiscado mais de US$ 1 bilhão em criptomoedas do Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC).

Hackers teriam invadido sistemas de 322 universidades e 53 empresas americanas e estrangeiras, bem como cinco órgãos governamentais dos EUA e duas ONGs

Segundo a acusação, o Instituto Mabna roubou mais de 31 terabytes de dados em seus ataques. Dos 17 acusados, 9 deles já haviam sido processados ainda em março de 2018.

John A. Eisenberg, procurador-geral adjunto para Segurança Nacional, destaca que a Justiça perseguirá criminosos pelo tempo que for necessário. Os ataques teriam sido realizados entre 2013 e 2017.

“A acusação substitutiva alega que, a pedido de entidades como o IRGC, esses acusados invadiram universidades e outras instituições de pesquisa em todo o mundo, incluindo nos Estados Unidos, roubando pelo menos 31 terabytes de informações e propriedade intelectual de valor incalculável.”

Na sequência, o processo cita diversos hackers empregados pelo Instituto Mabna, incluindo Abdollah Karima, também conhecido como “Vahid Karima”; Mostafa Sadeghi; Seyed Ali Mirkarmi; Mohammed Reza Sabahi; Roozbeh Sabahi; Abuzar Gohari Moqadam; Sajjad Tahmasebi; Saeid Houshyar; Behzad Mesri, também conhecido como “Skote Vahshat”; Manouchehr Hashemloo; Keyvan Fayaz, também conhecido como “Achilles”, “The Joker” e “bc.monster”; Amir Barati; Saber Shahbazi Ballojeh; Arman Kahzadian; e Mojtaba Galekuhi, também conhecido como “Mojtaba Ghaleh Koui”.

Conforme Irã e EUA estão em um forte conflito armado desde fevereiro de 2026, isso poderia explicar a motivação do novo processo.

HBO teria sofrido tentativa de extorsão com Bitcoin

Um dos casos destacados pelo Departamento de Justiça americano é uma tentativa de extorsão contra a HBO.

“Entre os alvos estava a Home Box Office (HBO), empresa de mídia e entretenimento sediada em Nova York. [Behzad] Mesri foi acusado separadamente em ‘United States v. Behzad Mesri, 17 Cr. 689 (AJN)’, de invadir os sistemas da HBO, roubar dados proprietários e tentar extorquir aproximadamente US$ 6 milhões em Bitcoin.”

Somado a Mesri, os EUA também citam os nomes de Houshyar, Hashemloo, Fayaz, Ballojeh e Kahzadian como cúmplices dessa invasão.

Dentre os métodos usados pelo grupo estão ataques de password spraying e spear phishing.

Fonte: EUA acusam seis pessoas por tentar extorquir HBO por US$ 6 milhões em Bitcoin

Veja mais notícias sobre Bitcoin. Siga o Livecoins no Facebook, Twitter, Instagram e YouTube.

Fonte: Livecoins

Perguntas frequentes

Respostas institucionais sobre esta cobertura, fontes e limites editoriais.

Sobre o que trata “EUA acusam seis pessoas por tentar extorquir HBO por US$…”?
O Departamento de Justiça dos EUA está acusando 17 iranianos de realizar ataques contra sistemas de computadores de universidades e empresas privadas, tanto americanas quanto estrangeiras, bem como órgãos governamentais e ONGs. Dentre os casos em…
O que a matéria explica sobre “HBO teria sofrido tentativa de extorsão com Bitcoin”?
Um dos casos destacados pelo Departamento de Justiça americano é uma tentativa de extorsão contra a HBO. “Entre os alvos estava a Home Box Office (HBO), empresa de mídia e entretenimento sediada em Nova York. [Behzad] Mesri foi acusado separadamente em ‘United…
Por que Bitcoin importa agora?
O tema impacta decisões e debates cotidianos ligados a Bitcoin. A redação destaca fatos, datas e implicações práticas sem substituir orientação profissional personalizada.
Quem edita o conteúdo do Estrato?
A cobertura é produzida e revisada pela equipe editorial do Estrato, com editor-chefe responsável pela linha editorial. Conheça a redação em https://estrato.cc/equipe/.
Quais fontes o Estrato prioriza?
Priorizamos fontes primárias (órgãos oficiais, balanços, estudos revisados, documentos públicos) e cruzamos informações antes da publicação, conforme a política editorial.
Como solicitar correção de uma matéria?
Envie o pedido pela página de Correções (https://estrato.cc/correcoes/) ou Contato (https://estrato.cc/contato/). Erros materiais são corrigidos com registro da atualização.
O conteúdo constitui aconselhamento profissional?
Não. As matérias têm caráter informativo e jornalístico. Decisões financeiras, de saúde, jurídicas ou educacionais devem considerar profissionais habilitados e a sua situação particular.
Onde acompanhar a política editorial do Estrato?
Metodologia, ética e transparência estão em https://estrato.cc/metodologia/, https://estrato.cc/etica-editorial/ e https://estrato.cc/politica-editorial/.
WhatsApp X LinkedIn
Compartilhar: LinkedIn
Igor Sales

Igor Sales

Igor Sales integra a equipe editorial do Estrato, vertical da rede Estrato, na função de Repórter de Cripto e Agro. O escopo permanente de cobertura inclui criptoativos e agronegócio, com atenção ao leitor brasileiro que busca contexto factual, datas oficiais e implicações práticas. Na produção diária, prioriza fontes primárias (órgãos públicos, balanços, papers e documentos oficiais), cruza pelo menos duas referências independentes quando o tema é contestado e evita manchetes que prometam certeza onde há incerteza. Critérios de qualidade: lead com o fato principal, atribuição clara de autoria da equipe Estrato, atualização com selo quando há mudança material e linguagem acessível sem simplificar demais o risco ou o contexto. Trabalha sob revisão da mesa editorial e do editor-chefe do portal. Matérias YMYL recebem segunda leitura antes da publicação e podem ser atualizadas quando surgem novos dados oficiais. Limites: este perfil descreve o papel editorial na marca Estrato. O conteúdo publicado é informativo e não constitui aconselhamento médico, financeiro, jurídico ou profissional personalizado. Transparência ao leitor: metodologia em /metodologia/, ética em /etica-editorial/, correções em /correcoes/, equipe em /equipe/ e canal em /contato/ ([email protected]). Na página-mãe da rede, a bio ampliada e o arquivo de matérias ficam em estrato.cc/blog/, com link para o arquivo do autor em cada portal.

Deixe um comentário