ECONOMIA · MACROECONOMIA
Parlamento britânico rejeita proposta para legalizar direito à morte assistida
O Parlamento britânico rejeitou nesta sexta-feira um projeto de legalização da morte assistida para pacientes terminais, após debate que se…

O Parlamento britânico rejeitou nesta sexta-feira um projeto de legalização da morte assistida para pacientes terminais, após debate que se alongou por uma década no país. A proposta foi rejeitada por 286 a 270 votos na câmara baixa do Parlamento. Leia também: Cidades do sul da Europa se expõem mais a efeitos da crise climática, diz Lancet Produção industrial do Reino Unido aumenta 0,2% na margem em julho PIB mensal do Reino Unido sobe 0,4% em julho ante mês anterior e 1,7% anualizado O projeto permitiria que pacientes em estágio terminal, desde que considerados mentalmente aptos a tomar a decisão, poderiam recorrer, na Inglaterra e no País de Gales, a assistência médica para pôr fim à vida. Os pacientes elegíveis precisariam, também, ter no máximo seis meses de expectativa de vida, conforme prognóstico de uma equipe médica. A parlamentar Lauren Edwards, do Partido Trabalhista, utilizou um mecanismo legislativo que permite que uma proposta seja colocada em votação a partir de iniciativa individual, sem a necessidade de corroboração pelo governo. “É um resultado muito desapontador, não para mim, mas para milhares de pacientes em estágio terminal e seu entes queridos”, disse a parlamentar, fazendo referência a sinais anteriores de que a câmara baixa apoiava a proposta. Um dos grupos de direitos civis que defendiam o projeto, chamado Dignidade ao Morrer, também lamentou o que descreveu como um “revés devastador” para os pacientes terminais. “A mudança na lei não é uma questão de ‘se’, mas de ‘quando’” será concretizada, acrescentou o grupo.
Pontos-chave
- O Parlamento britânico rejeitou nesta sexta-feira um projeto de legalização da morte assistida para pacientes terminais, após debate que se alongou por uma década no país.
- A proposta foi rejeitada por 286 a 270 votos na câmara baixa do Parlamento.
- Os pacientes elegíveis precisariam, também, ter no máximo seis meses de expectativa de vida, conforme prognóstico de uma equipe médica.
- A parlamentar Lauren Edwards, do Partido Trabalhista, utilizou um mecanismo legislativo que permite que uma proposta seja colocada em votação a partir de iniciativa individual, sem a necessidade de corroboração pelo governo.
Síntese
Em síntese, “Parlamento britânico rejeita proposta para legalizar direito à morte assistida” reúne os seguintes desdobramentos: “É um resultado muito desapontador, não para mim, mas para milhares de pacientes em estágio terminal e seu entes queridos”, disse a parlamentar, fazendo referência a sinais anteriores de que a câmara baixa apoiava a proposta. Um dos grupos de direitos civis que defendiam o projeto, chamado Dignidade ao Morrer, também lamentou o que descreveu como um “revés devastador” para os pacientes terminais. “A mudança na lei não é uma questão de ‘se’, mas de ‘quando’” será concretizada, acrescentou o grupo.
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Perguntas frequentes
Respostas institucionais sobre esta cobertura, fontes e limites editoriais.
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