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Desenvolvedor coloca cérebro de mosca para negociar Bitcoin

Pesquisadores publicaram no dia 3 de setembro um novo mapa do sistema nervoso de uma mosca, com mais de 166…

Pesquisadores publicaram no dia 3 de setembro um novo mapa do sistema nervoso de uma mosca, com mais de 166 mil neurônios e milhões de conexões entre eles. Isso acabou atraindo a atenção da comunidade científica e de outros curiosos.

Como exemplo, um desenvolvedor da Coinbase criou uma simulação conectando o cérebro dessa mosca ao mercado para negociar Bitcoin e outras criptomoedas.

No momento desta redação, a mosca está com lucro de 0,33%, superando alguns traders que tiveram milhões liquidados nesta sexta-feira (11).

Desenvolvedor explica que ganhos e perdas estimulam neurônios de dopamina diferentes

Explicando o funcionamento do “Stonkfly”, o desenvolvedor Alex Wormuth explica que os preços das criptomoedas são transformados em um gráfico RGB para que possam ser lidos pela mosca.

“O sistema estimula 3.335 entradas de brilho e 811 entradas de cor R8 no grafo MaleCNS v1.0, que contém 166.700 neurônios e 25,6 milhões de conexões. Uma leitura neural fixa propõe comprar, vender ou manter. Um ActionProvider personalizado do Coinbase AgentKit verifica os limites e envia ordens à vista por meio da Coinbase Advanced.”

Sobre o funcionamento das compras e vendas, Wormuth aponta que ganhos geram estímulos em 15 células dopaminérgicas PAM 11, enquanto perdas estimulam duas células PPL101.

A mosca recebeu US$ 100 no experimento, que pode ser acompanhado ao vivo. No momento desta redação, ela acumula ganhos de 34 centavos de dólar (0,34%) e está comprada em Solana (SOL).

Mosca possui quatro criptomoedas para negociar: Bitcoin, USDC, Ethereum e Solana. Fonte: Stonkfly/Reprodução.

No site, o desenvolvedor também explica que não foi demonstrado que o sistema aprenda a negociar com lucro e que o desenho da mosca é apenas decorativo.

“A meta de 40% em criptomoedas é uma configuração nossa. Sinais neurais de compra aumentam as posições, até 18% por moeda. As compras são interrompidas quando a carteira se aproxima da meta; sinais neurais de venda podem reduzir a exposição. Essa divisão não é uma estratégia de portfólio aprendida.”

Mosca já está jogando Doom e Super Mario 64

O mapeamento do cérebro da mosca foi apresentado pelo Google Research no dia 3 de setembro. A empresa afirma que a reconstrução de mais de 166 mil neurônios é um número recorde.

“Pela primeira vez, cientistas mapearam o cérebro completo e o sistema nervoso central de uma mosca-das-frutas macho adulta, um importante organismo modelo utilizado pela ciência. Trabalhando em conjunto com o HHMI Janelia Research Campus e a comunidade científica, cientistas e pesquisadores do @GoogleResearch usaram IA para combinar milhões de imagens 2D em estruturas neurais 3D, reconstruindo mais de 166 mil neurônios, um número recorde. Esse mapa fundamental do cérebro da mosca-das-frutas macho adulta pode ajudar a acelerar nossa compreensão do cérebro e representa um importante marco na neurociência.”

Poucos dias depois, desenvolvedores já colocaram o cérebro da mosca para jogar Doom e Super Mario 64.

Um desses projetos também é de autoria de Alex Wormuth, que aplicou um conceito parecido ao anterior.

“Estou treinando o cérebro de uma mosca para jogar Doom usando o conectoma completo da mosca-das-frutas MaleCNS v1.0. Cada quadro de Doom estimula neurônios sensoriais. A atividade neural é convertida em comandos do jogo. Quando a mosca sofre dano, duas células dopaminérgicas PPL101 são estimuladas como forma de reforço. Será que a mosca vai aprender a sobreviver?”

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Perguntas frequentes

Respostas institucionais sobre esta cobertura, fontes e limites editoriais.

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O que a matéria explica sobre “Mosca já está jogando Doom e Super Mario 64”?
O mapeamento do cérebro da mosca foi apresentado pelo Google Research no dia 3 de setembro. A empresa afirma que a reconstrução de mais de 166 mil neurônios é um número recorde. “Pela primeira vez, cientistas mapearam o cérebro completo e o…
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Igor Sales

Igor Sales

Igor Sales integra a equipe editorial do Estrato, vertical da rede Estrato, na função de Repórter de Cripto e Agro. O escopo permanente de cobertura inclui criptoativos e agronegócio, com atenção ao leitor brasileiro que busca contexto factual, datas oficiais e implicações práticas. Na produção diária, prioriza fontes primárias (órgãos públicos, balanços, papers e documentos oficiais), cruza pelo menos duas referências independentes quando o tema é contestado e evita manchetes que prometam certeza onde há incerteza. Critérios de qualidade: lead com o fato principal, atribuição clara de autoria da equipe Estrato, atualização com selo quando há mudança material e linguagem acessível sem simplificar demais o risco ou o contexto. Trabalha sob revisão da mesa editorial e do editor-chefe do portal. Matérias YMYL recebem segunda leitura antes da publicação e podem ser atualizadas quando surgem novos dados oficiais. Limites: este perfil descreve o papel editorial na marca Estrato. O conteúdo publicado é informativo e não constitui aconselhamento médico, financeiro, jurídico ou profissional personalizado. Transparência ao leitor: metodologia em /metodologia/, ética em /etica-editorial/, correções em /correcoes/, equipe em /equipe/ e canal em /contato/ ([email protected]). Na página-mãe da rede, a bio ampliada e o arquivo de matérias ficam em estrato.cc/blog/, com link para o arquivo do autor em cada portal.

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