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Air China faz primeiro voo internacional com avião que pretende rivalizar com os de Boeing e Airbus

Um jato de corredor único (“narrow-body”) fabricado pela Commercial Aircraft Corporation of China (Comac) realizou seu primeiro voo internacional regular…

Um jato de corredor único (“narrow-body”) fabricado pela Commercial Aircraft Corporation of China (Comac) realizou seu primeiro voo internacional regular na quarta-feira, um marco nos esforços da empresa estatal para expandir sua presença em mercados dominados pela Boeing e pela Airbus.

A companhia aérea estatal Air China operará um serviço diário de ida e volta entre Pequim e Ulan Bator, capital da Mongólia, utilizando o C919. A rota cobre aproximadamente 1.200 quilômetros e tem duração de cerca de duas horas.

A Comac busca consolidar o histórico operacional da aeronave e demonstrar sua segurança e eficiência econômica para a indústria global de aviação.

Aeronaves que operam internacionalmente precisam obter certificação de tipo ou aprovações das autoridades de aviação dos países onde voam. A China e a Mongólia possuem um acordo de transporte de aviação civil em vigor, o que, acredita-se, permitiu a operação do C919 na Mongólia.

O C919 foi entregue pela primeira vez à estatal China Eastern Airlines em 2022. Até o final do mês passado, 41 aeronaves haviam sido entregues a companhias aéreas e outros operadores.

A China vê o jato de fabricação nacional como um potencial concorrente — tanto doméstico quanto no exterior — em um mercado global de aeronaves comerciais dominado pela fabricante americana Boeing e pela europeia Airbus.

O veículo de mídia chinês Yicai Global informou em abril que a Comac havia solicitado a certificação da União Europeia. A empresa parece estar intensificando os esforços para expandir o uso do C919 — que até então voava principalmente rotas domésticas — para serviços internacionais de médio alcance.

O jato regional menor da Comac, o C909, já entrou em operação internacional na rota Pequim-Ulan Bator da Air China e também está sendo utilizado em rotas domésticas na Indonésia, no Laos e no Vietnã.

Fonte: Valor Empresas

Pontos-chave

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  • A companhia aérea estatal Air China operará um serviço diário de ida e volta entre Pequim e Ulan Bator, capital da Mongólia, utilizando o C919.
  • A rota cobre aproximadamente 1.200 quilômetros e tem duração de cerca de duas horas.
  • A Comac busca consolidar o histórico operacional da aeronave e demonstrar sua segurança e eficiência econômica para a indústria global de aviação.

Síntese

Em síntese, “Air China faz primeiro voo internacional com avião que pretende rivalizar com…” reúne os seguintes desdobramentos: Aeronaves que operam internacionalmente precisam obter certificação de tipo ou aprovações das autoridades de aviação dos países onde voam. A China e a Mongólia possuem um acordo de transporte de aviação civil em vigor, o que, acredita-se, permitiu a operação do C919 na Mongólia. O C919 foi entregue pela primeira vez à estatal China Eastern Airlines em 2022. Até o final do mês passado, 41 aeronaves haviam sido entregues a companhias aéreas e outros operadores. A China vê o jato de fabricação nacional como um potencial concorrente — tanto doméstico quanto no exterior — em um mercado global de aeronaves comerciais dominado pela fabricante americana Boeing e pela europeia Airbus.

Perguntas frequentes

Respostas institucionais sobre esta cobertura, fontes e limites editoriais.

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Sofia Brandt

Sofia Brandt

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