CRIPTOMOEDAS · BITCOIN

Chainalysis identifica mais de 7.700 contas suspeitas de envolvimento com exploração sexual infantil

A Chainalysis, empresa especializada em análise de transações de criptomoedas, divulgou nesta terça-feira (25) detalhes sobre a Operação Lighthouse, que…

A Chainalysis, empresa especializada em análise de transações de criptomoedas, divulgou nesta terça-feira (25) detalhes sobre a Operação Lighthouse, que contou com o apoio de autoridades policiais e outras empresas privadas para combater redes de exploração sexual infantil.

Segundo a empresa, a operação gerou mais de 14.300 pistas investigativas, identificou mais de 7.700 contas suspeitas e encontrou suspeitos em 125 países ligados à distribuição e consumo desses conteúdos.

O texto cita que os resultados da investigação devem resultar em prisões, processos judiciais e bloqueios de contas no futuro.

Investigação teve foco em consumidores, vendedores, administradores e operadores de marketplaces de material de abuso sexual infantil

A Chainalysis aponta que a operação teve meses de preparo e foi então realizada na National Cyber-Forensics and Training Alliance (NCFTA), em Nova York, durando vários dias. As investigações contaram com o apoio de investigadores de vários continentes.

“A Operação Lighthouse foi criada para transformar a inteligência existente sobre criptomoedas relacionada a material de abuso sexual infantil (CSAM, na sigla inglesa) em ações coordenadas. Realizada na NCFTA e apoiada por autoridades policiais, parceiros do setor privado e organizações sem fins lucrativos especializadas, a operação criou um ambiente focado para que os participantes trabalhassem em pistas prioritárias, compartilhassem informações e avançassem nas ações de interrupção relacionadas a atividades ligadas a CSAM.”

O destaque fica para a utilização de inteligência de blockchain, bem como para a colaboração entre os setores público e privado, permitindo acelerar as investigações e o combate a essas redes.

Dentre os parceiros mencionados estão Binance, Coinbase e Block, bem como autoridades da Austrália, Canadá e Reino Unido.

A operação investigou 29.120 endereços de criptomoedas e teve mais de 100 plataformas, fóruns e redes de distribuição desses conteúdos tanto na internet aberta quanto na dark web.

Como resultado, 14.300 pistas investigativas foram geradas em 11 corretoras de criptomoedas e serviços de pagamentos, levando à identificação de mais de 7.700 contas suspeitas, incluindo 16 pessoas que já possuem passagem na Justiça por crimes do tipo. Por fim, os suspeitos de 125 países foram identificados.

“Sempre que possível, a Europol está empenhada em apoiar ações conjuntas contra o abuso sexual infantil online. Os criminosos exploram serviços financeiros, sistemas de pagamento, redes sociais e plataformas de internet para cometer ou facilitar esses crimes. Por isso, é essencial que esses setores unam forças para prevenir e combater o abuso sexual infantil online e identificar aqueles que cometem, possibilitam ou facilitam esses crimes. As autoridades policiais de todo o mundo, incluindo a Europol, estão prontas para contribuir com esse esforço coordenado”, comentou Danny van Althuis, líder de equipe da Europol.

Empresa espera que prisões e processos aconteçam nos próximos meses

Embora nenhuma prisão tenha sido revelada até o momento, a Chainalysis espera que as investigações resultem em processos e prisões no futuro.

“A Chainalysis está comprometida em apoiar o ecossistema no combate à exploração infantil. À medida que os resultados desta operação continuarem a se transformar em prisões, processos e bloqueios de conta, esperamos compartilhar novas atualizações sobre o impacto deste trabalho e aplicar o modelo Lighthouse em futuras operações.”

Finalizando, a empresa nota que a inteligência de blockchain permite que investigadores rastreiem fluxos de criptomoedas ligados a plataformas, vendedores e consumidores desses conteúdos, combinando atividades on-chain a criminosos reais.

Fonte: Chainalysis identifica mais de 7.700 contas suspeitas de envolvimento com exploração sexual infantil

Veja mais notícias sobre Bitcoin. Siga o Livecoins no Facebook, Twitter, Instagram e YouTube.

Fonte: Livecoins

Perguntas frequentes

Respostas institucionais sobre esta cobertura, fontes e limites editoriais.

Sobre o que trata “Chainalysis identifica mais de 7.700 contas suspeitas de envolvimento com…”?
A Chainalysis, empresa especializada em análise de transações de criptomoedas, divulgou nesta terça-feira (25) detalhes sobre a Operação Lighthouse, que contou com o apoio de autoridades policiais e outras empresas privadas para combater redes de exploração…
O que a matéria explica sobre “Empresa espera que prisões e processos aconteçam nos próximos meses”?
Embora nenhuma prisão tenha sido revelada até o momento, a Chainalysis espera que as investigações resultem em processos e prisões no futuro. “A Chainalysis está comprometida em apoiar o ecossistema no combate à exploração infantil. À medida que os resultados desta operação…
Por que Bitcoin importa agora?
O tema impacta decisões e debates cotidianos ligados a Bitcoin. A redação destaca fatos, datas e implicações práticas sem substituir orientação profissional personalizada.
Quem edita o conteúdo do Estrato?
A cobertura é produzida e revisada pela equipe editorial do Estrato, com editor-chefe responsável pela linha editorial. Conheça a redação em https://estrato.cc/equipe/.
Quais fontes o Estrato prioriza?
Priorizamos fontes primárias (órgãos oficiais, balanços, estudos revisados, documentos públicos) e cruzamos informações antes da publicação, conforme a política editorial.
Como solicitar correção de uma matéria?
Envie o pedido pela página de Correções (https://estrato.cc/correcoes/) ou Contato (https://estrato.cc/contato/). Erros materiais são corrigidos com registro da atualização.
O conteúdo constitui aconselhamento profissional?
Não. As matérias têm caráter informativo e jornalístico. Decisões financeiras, de saúde, jurídicas ou educacionais devem considerar profissionais habilitados e a sua situação particular.
Onde acompanhar a política editorial do Estrato?
Metodologia, ética e transparência estão em https://estrato.cc/metodologia/, https://estrato.cc/etica-editorial/ e https://estrato.cc/politica-editorial/.
WhatsApp X LinkedIn
Compartilhar: LinkedIn
Igor Sales

Igor Sales

Igor Sales integra a equipe editorial do Estrato, vertical da rede Estrato, na função de Repórter de Cripto e Agro. O escopo permanente de cobertura inclui criptoativos e agronegócio, com atenção ao leitor brasileiro que busca contexto factual, datas oficiais e implicações práticas. Na produção diária, prioriza fontes primárias (órgãos públicos, balanços, papers e documentos oficiais), cruza pelo menos duas referências independentes quando o tema é contestado e evita manchetes que prometam certeza onde há incerteza. Critérios de qualidade: lead com o fato principal, atribuição clara de autoria da equipe Estrato, atualização com selo quando há mudança material e linguagem acessível sem simplificar demais o risco ou o contexto. Trabalha sob revisão da mesa editorial e do editor-chefe do portal. Matérias YMYL recebem segunda leitura antes da publicação e podem ser atualizadas quando surgem novos dados oficiais. Limites: este perfil descreve o papel editorial na marca Estrato. O conteúdo publicado é informativo e não constitui aconselhamento médico, financeiro, jurídico ou profissional personalizado. Transparência ao leitor: metodologia em /metodologia/, ética em /etica-editorial/, correções em /correcoes/, equipe em /equipe/ e canal em /contato/ ([email protected]). Na página-mãe da rede, a bio ampliada e o arquivo de matérias ficam em estrato.cc/blog/, com link para o arquivo do autor em cada portal.

Deixe um comentário