ECONOMIA
Braskem (BRKM5) pode ganhar mais um problema – agora da Defensoria Pública da União
A Defensoria Pública da União (DPU) abriu processo contra a Braskem (BRKM5) e a União, citando prejuízo de R$ 5…

A Defensoria Pública da União (DPU) abriu processo contra a Braskem (BRKM5) e a União, citando prejuízo de R$ 5 bilhões ao patrimônio mineral decorrente da interrupção das atividades de mineração de sal-gema em Maceió.
A DPU afirma que há indícios “de que a empresa praticou lavra ambiciosa, modalidade de exploração que desrespeita os planos de lavra e compromete o aproveitamento econômico da jazida”.
A mineração de sal-gema foi apontada por autoridades do país como uma das responsáveis pelo fenômeno de afundamento do solo que obrigou a remoção de milhares de famílias de suas casas em vários bairros de Maceió a partir de 2018.
A Braskem afirma que já provisionou em seu balanço R$ 18 bilhões para atividades de reparação dos danos e reembolso às famílias, dos quais R$ 14,6 bilhões foram desembolsados até o final de junho.
A ação da DPU cita o relatório final da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Senado sobre a crise em Maceió ao afirmar que “a interrupção da mineração teria inutilizado cerca de 52% das reservas lavráveis de sal-gema, com prejuízo estimado em pelo menos R$5 bilhões ao patrimônio da União”.
Segundo a ação aberta pela DPU, a “União se omitiu ao deixar de adotar, em prazo razoável, as medidas administrativas e judiciais necessárias para responsabilizar a Braskem” e essa omissão “compromete a proteção do patrimônio mineral federal e posterga a reparação integral dos danos sofridos pela população de Maceió”.
Fonte: Money Times
Pontos-chave
- A Defensoria Pública da União (DPU) abriu processo contra a Braskem (BRKM5) e a União, citando prejuízo de R$ 5 bilhões ao patrimônio mineral decorrente da interrupção das atividades de mineração de sal-gema em Maceió.
- A DPU afirma que há indícios “de que a empresa praticou lavra ambiciosa, modalidade de exploração que desrespeita os planos de lavra e compromete o aproveitamento econômico da jazida”.
- A mineração de sal-gema foi apontada por autoridades do país como uma das responsáveis pelo fenômeno de afundamento do solo que obrigou a remoção de milhares de famílias de suas casas em vários bairros de Maceió a partir de 2018.
- A Braskem afirma que já provisionou em seu balanço R$ 18 bilhões para atividades de reparação dos danos e reembolso às famílias, dos quais R$ 14,6 bilhões foram desembolsados até o final de junho.
Síntese
Em síntese, “Braskem (BRKM5) pode ganhar mais um problema – agora da Defensoria Pública…” reúne os seguintes desdobramentos: A ação da DPU cita o relatório final da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Senado sobre a crise em Maceió ao afirmar que “a interrupção da mineração teria inutilizado cerca de 52% das reservas lavráveis de sal-gema, com prejuízo estimado em pelo menos R$5 bilhões ao patrimônio da União”. Segundo a ação aberta pela DPU, a “União se omitiu ao deixar de adotar, em prazo razoável, as medidas administrativas e judiciais necessárias para responsabilizar a Braskem” e essa omissão “compromete a proteção do patrimônio mineral federal e posterga a reparação integral dos danos sofridos pela população de Maceió”.
Leia também
Perguntas frequentes
Respostas institucionais sobre esta cobertura, fontes e limites editoriais.
- Sobre o que trata “Braskem (BRKM5) pode ganhar mais um problema – agora da…”?
- A Defensoria Pública da União (DPU) abriu processo contra a Braskem (BRKM5) e a União, citando prejuízo de R$ 5 bilhões ao patrimônio mineral decorrente da interrupção das atividades de mineração de sal-gema em Maceió. A…
- O que a matéria explica sobre “Pontos-chave”?
- A Defensoria Pública da União (DPU) abriu processo contra a Braskem (BRKM5) e a União, citando prejuízo de R$ 5 bilhões ao patrimônio mineral decorrente da interrupção das atividades de mineração de sal-gema em Maceió.A DPU afirma que há indícios “de que…
- O que a matéria explica sobre “Síntese”?
- Em síntese, “Braskem (BRKM5) pode ganhar mais um problema – agora da Defensoria Pública…” reúne os seguintes desdobramentos: A ação da DPU cita o relatório final da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Senado sobre a crise em Maceió ao afirmar que…
- Quem edita o conteúdo do Estrato?
- A cobertura é produzida e revisada pela equipe editorial do Estrato, com editor-chefe responsável pela linha editorial. Conheça a redação em https://estrato.cc/equipe/.
- Quais fontes o Estrato prioriza?
- Priorizamos fontes primárias (órgãos oficiais, balanços, estudos revisados, documentos públicos) e cruzamos informações antes da publicação, conforme a política editorial.
- Como solicitar correção de uma matéria?
- Envie o pedido pela página de Correções (https://estrato.cc/correcoes/) ou Contato (https://estrato.cc/contato/). Erros materiais são corrigidos com registro da atualização.
- O conteúdo constitui aconselhamento profissional?
- Não. As matérias têm caráter informativo e jornalístico. Decisões financeiras, de saúde, jurídicas ou educacionais devem considerar profissionais habilitados e a sua situação particular.
- Onde acompanhar a política editorial do Estrato?
- Metodologia, ética e transparência estão em https://estrato.cc/metodologia/, https://estrato.cc/etica-editorial/ e https://estrato.cc/politica-editorial/.