ECONOMIA

Ânima (ANIM3) nega que haja opção de venda da FMU à Farallon

O grupo de educação Ânima Educação (ANIM3) afirmou nesta segunda-feira em resposta a questionamentos da Comissão de Valores Mobiliários (CVM)…

O grupo de educação Ânima Educação (ANIM3) afirmou nesta segunda-feira em resposta a questionamentos da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) que a Farallon Capital não tem opção que obrigue a companhia a comprar a Faculdade Metropolitanas Unidas (FMU).

“A Ânima Educação esclarece que não existe, nem nunca existiu, qualquer opção de venda outorgada à Farallon Capital (ou a qualquer veículo sob seu controle ou influência) que lhe obrigasse a adquirir parte ou a integralidade das cotas da FMU”, afirmou a companhia de educação à CVM.

A empresa afirmou que o anúncio de aquisição da FMU, por R$ 410 milhões, feito na semana passada foi motivado por “potencial estratégico e de geração de valor vislumbrados em relação a esse ativo”.

Desde o anúncio do negócio, a ação da Ânima tem sofrido perdas na bolsa. O papel encerrou nesta segunda-feira em queda de 3,1%, cotado a R$2,18. No dia da divulgação do negócio, em 14 de julho, a ação da empresa fechou a R$2,87.

O BTG Pactual disse acreditar que a aquisição muda drasticamente a tese de investimento que vinha sendo construída com base na geração consistente de fluxo de caixa livre, maior capacidade de distribuição de dividendos e uma melhor estratégia de alocação de capital desde a aquisição da Laureate.

O Safra enxergou a operação como estratégica, mas com um valuation exigente.

A FMU possui uma marca forte no maior mercado de ensino superior do Brasil, e o múltiplo de entrada de 10,6x EBITDA, segundo o banco, diz pouco sobre o potencial de geração de resultados normalizados do ativo, que foi impactado por anos de dificuldades financeiras.

Fonte: Money Times

Pontos-chave

  • O grupo de educação Ânima Educação (ANIM3) afirmou nesta segunda-feira em resposta a questionamentos da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) que a Farallon Capital não tem opção que obrigue a companhia a comprar a Faculdade Metropolitanas Unidas (FMU).
  • “A Ânima Educação esclarece que não existe, nem nunca existiu, qualquer opção de venda outorgada à Farallon Capital (ou a qualquer veículo sob seu controle ou influência) que lhe obrigasse a adquirir parte ou a integralidade das cotas da FMU”,…
  • A empresa afirmou que o anúncio de aquisição da FMU, por R$ 410 milhões, feito na semana passada foi motivado por “potencial estratégico e de geração de valor vislumbrados em relação a esse ativo”.
  • Desde o anúncio do negócio, a ação da Ânima tem sofrido perdas na bolsa.

Síntese

Em síntese, “Ânima (ANIM3) nega que haja opção de venda da FMU à Farallon” reúne os seguintes desdobramentos: O papel encerrou nesta segunda-feira em queda de 3,1%, cotado a R$2,18. No dia da divulgação do negócio, em 14 de julho, a ação da empresa fechou a R$2,87. O BTG Pactual disse acreditar que a aquisição muda drasticamente a tese de investimento que vinha sendo construída com base na geração consistente de fluxo de caixa livre, maior capacidade de distribuição de dividendos e uma melhor estratégia de alocação de capital desde a aquisição da Laureate. O Safra enxergou a operação como estratégica, mas com um valuation exigente. A FMU possui uma marca forte no maior mercado de ensino superior do Brasil, e o múltiplo de entrada de 10,6x EBITDA, segundo o banco, diz pouco sobre o potencial de geração de resultados normalizados do ativo, que foi impactado por anos de dificuldades financeiras.

Perguntas frequentes

Respostas institucionais sobre esta cobertura, fontes e limites editoriais.

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Caio Nunes

Caio Nunes

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